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A economia circular deixou de ser papo “bonito” de relatório ESG. Hoje ela é pressão real de mercado, regulação e custo. Em vez do modelo linear extrair → produzir → descartar, a circularidade propõe ciclos contínuos de reuso, reparo, remanufatura e reciclagem, com rastreabilidade e eficiência desde o design do produto até o pós-consumo.
O Brasil acelera essa agenda com políticas como a Estratégia Nacional de Economia Circular (ENEC), que integra indústria, governo e cadeia produtiva para ampliar circularidade e competitividade. Do lado regulatório, ganham força a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e seus decretos mais recentes — incluindo o Decreto nº 12.688/2025, sobre logística reversa de embalagens — que aumentam a responsabilidade das empresas sobre tudo o que colocam no mercado.
Nesse contexto, não dá pra fazer circularidade “na raça” com planilha e boa vontade. É a conexão entre economia circular e ERP TOTVS que amarra operação, dados, compliance e rastreabilidade. É aqui que o ERP TOTVS vira motor da sustentabilidade operacional — de um jeito que gera resultado e aguenta auditoria.
Por que a economia circular precisa de transformação digital e de um ERP
Economia circular é menos slogan e mais gestão de fluxos:
- fluxo de materiais e resíduos;
- fluxo de retorno (logística reversa);
- fluxo de remanufatura ou reaproveitamento;
- fluxo de informação e prova (rastreabilidade).
Tudo isso só funciona em escala quando está integrado em sistemas digitais. Tecnologias como ERP, IoT, analytics e soluções de rastreabilidade são habilitadores diretos da economia circular e da sustentabilidade em supply chain. Sem digitalização, a circularidade vira improviso caro; com ERP TOTVS bem implantado, vira processo repetível, auditável e eficiente.

Pain points típicos das empresas tentando ser circulares
1. Falta de rastreabilidade de ponta a ponta
Sem rastrear origem, lote, destino e retorno, a empresa não consegue:
- provar conformidade ambiental;
- identificar desperdícios;
- qualificar reaproveitamento;
- atender normas e padrões de mercado.
Rastreabilidade é um pilar global da circularidade e depende de integração de dados na cadeia.
2. Gestão fraca de resíduos e subprodutos
Na prática, o que geralmente acontece:
- resíduo não é classificado corretamente;
- sobra de produção fica invisível;
- reaproveitamento não tem controle de custo/qualidade;
- descarte custa mais do que deveria.
Circularidade exige medir e tratar resíduo como ativo, não como lixo.
3. Logística reversa operando “paralela”
Com PNRS e novos decretos, logística reversa vira obrigação crescente, com metas, comprovantes e penalidades. Mas muitas empresas rodam esse fluxo assim:
- terceiro operando sem integração ao ERP;
- registros manuais de quantidade, origem e destino;
- baixa confiabilidade para auditoria;
- nenhuma visão gerencial do ciclo.
4. Dificuldade de medir impacto e gerar indicadores ESG confiáveis
Sem um ERP amarrando dados:
- carbono, água, energia e resíduos ficam estimados;
- indicadores variam por área;
- relatórios ESG viram “colagem” de planilhas;
- auditoria externa vira trauma.
Investidores, bancos e clientes já cobram números confiáveis, não só narrativas.
5. Cultura operacional ainda linear
Muita empresa ainda pensa: “produzir mais barato e rápido e… descartar depois”. Circularidade exige redesenho de processos, incentivos e cadastros operacionais, o que só se sustenta quando está refletido dentro do ERP.

Como o ERP TOTVS apoia a economia circular na prática
O TOTVS não é “software ecológico”. Ele é software operacional que cria circularidade real porque integra o ciclo inteiro de materiais e informações, do cadastro ao pós-consumo.
1. Rastreabilidade nativa com integração de cadeia
Com TOTVS (Protheus, RM, Datasul), a empresa consegue:
- rastrear insumos por lote e origem;
- associar matéria-prima → produto → cliente;
- registrar retornos e destino pós-consumo;
- gerar histórico completo para auditoria.
Isso atende tanto exigências legais (PNRS, decretos, logística reversa) quanto padrões de mercado, como GS1 e conformidades setoriais
2. Gestão de resíduos e reaproveitamento dentro do ERP
No TOTVS, resíduos e subprodutos deixam de ser “sobra invisível” e passam a ser tratados como:
- itens de estoque;
- insumos reaproveitáveis;
- materiais para revenda, remanufatura ou reciclagem.
Com isso, é possível controlar:
- volume gerado por etapa;
- custo real de tratamento;
- ganhos de reaproveitamento;
- metas internas por unidade ou planta.
Circularidade vira uma conta gerencial do negócio, não uma ação isolada de sustentabilidade.
3. Logística reversa integrada ao fluxo financeiro e fiscal
Com metas legais apertando, o ERP TOTVS ajuda a:
- registrar devoluções e retornos por canal;
- vincular retorno a NF, cliente, lote e UF;
- controlar estoques de retorno;
- gerar relatórios de comprovação e compliance ambiental;
- integrar com parceiros logísticos.
O Decreto 12.688/2025 reforça metas e comprovações regionais para embalagens, o que exige este tipo de controle sistêmico, algo que planilha não entrega.
4. Automação de processos para reduzir desperdício
Circularidade também é produzir melhor. Com TOTVS, a empresa automatiza:
- compras baseadas em MRP e giro (menos excesso);
- produção com roteiros padronizados (menos refugo);
- manutenção de ativos (menos quebra e perda);
- apontamento e qualidade no processo (menos retrabalho).
Digitalização + automação reduzem desperdício direto de materiais, energia e tempo.
5. Indicadores ESG e relatórios confiáveis
O ERP consolida dados operacionais que viram indicadores ESG como:
- resíduos gerados x reaproveitados;
- volume de logística reversa concluída;
- consumo de recursos por unidade produzida;
- custos evitados por circularidade;
- audit trail completo para auditorias.
Tudo isso conversa com práticas e metas ESG que a própria TOTVS também promove no mercado, facilitando a vida de quem precisa reportar para conselhos, investidores e grandes clientes.
Benefícios reais do ERP TOTVS para economia circular e negócios sustentáveis
Na ponta, o que muda de verdade quando a empresa conecta economia circular e ERP TOTVS:
- redução de custo de resíduos e descarte;
- aumento de receita com reaproveitamento/remanufatura;
- melhor controle de compliance ambiental;
- rastreabilidade que sustenta auditorias e certificações;
- estoques mais enxutos e inteligentes;
- indicadores ESG confiáveis para mercado e investidores;
- vantagem competitiva em licitações e cadeias globais.
Circularidade deixa de ser “centro de custo” e vira modelo de eficiência operacional.

Cenários práticos de aplicação
Cenário 1 — Indústria que quer rastrear material reciclado na produção
Dor: não consegue provar quanto material reciclado entrou em cada lote.
Com TOTVS:
- cadastro de insumos com origem (virgem x reciclado);
- rastreio do lote na ficha técnica;
- relatório de % circular por produto.
Resultado: prova de circularidade real, abrindo portas para mercados e clientes mais exigentes.
Cenário 2 — Empresa com logística reversa obrigatória (embalagens/eletrônicos)
Dor: retorno sem controle, risco de multa e metas não cumpridas.
Com TOTVS:
- registro automático de devolução;
- controle de estoque de retorno;
- vinculação a NF, cliente e UF;
- relatórios de comprovação frente à PNRS e ao Decreto 12.688.
Resultado: compliance e rastreabilidade de retorno, sem planilha paralela e sem surpresas em auditorias.
Cenário 3 — Manufatura com alto refugo e retrabalho
Dor: perdas elevadas, custo de descarte e desperdício de matéria-prima.
Com TOTVS:
- roteiros bem parametrizados;
- qualidade integrada ao processo;
- análises de causa e performance por etapa.
Resultado: menos desperdício na origem, circularidade por eficiência, não apenas por obrigação ambiental.
Lista estruturada: como o TOTVS habilita economia circular na prática
- rastreabilidade de insumos e produtos por lote, origem e destino;
- gestão de resíduos e subprodutos como itens controlados no ERP;
- reaproveitamento/remanufatura integrados ao estoque e custos;
- logística reversa com controle fiscal, operacional e documental;
- automação de processos para reduzir desperdício e refugo;
- integração supply chain para circularidade em toda a cadeia;
- indicadores ESG confiáveis a partir de dados operacionais reais;
- audit trail completo para normas, certificações e reguladores;
- planejamento (MRP/PCP) para produzir com menos excesso;
- governança de dados sustentáveis como rotina de gestão.
Conclusão: economia circular sem ERP vira custo; com TOTVS vira modelo de negócio.
A economia circular está virando regra no Brasil — por política industrial (ENEC), por regulação (PNRS + Decretos recentes) e por pressão de mercado.
Mas circularidade de verdade exige:
- rastrear;
- medir;
- comprovar;
- integrar;
- decidir com dados.
E isso é exatamente o que um ERP TOTVS bem implantado e parametrizado entrega: sustentabilidade operacional com controle e retorno financeiro, não só discurso.
Se a sua empresa quer transformar circularidade em eficiência e competitividade real, o próximo passo é estruturar essa jornada dentro do TOTVS com apoio especializado.
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Perguntas Frequentes
1. O que é economia circular nas empresas?
A economia circular é um modelo em que produtos, materiais e recursos são mantidos em uso pelo maior tempo possível, com foco em reuso, reciclagem, remanufatura e redução de resíduos. Nas empresas, isso significa redesenhar processos para diminuir desperdícios, reaproveitar insumos e dar destino adequado ao que antes era apenas descartado.
2. Como o ERP TOTVS apoia a economia circular?
O ERP TOTVS apoia a economia circular ao integrar toda a cadeia de valor em um único sistema: cadastros, produção, resíduos, estoques, logística reversa, compliance e indicadores ESG. Ele permite rastrear materiais, controlar reaproveitamento, registrar retornos e gerar relatórios confiáveis para auditorias e obrigações legais.
3. Qual a vantagem de conectar economia circular e ERP TOTVS em vez de usar planilhas?
Planilhas não garantem rastreabilidade, consistência e histórico seguro de dados. Ao conectar economia circular e ERP TOTVS, a empresa passa a ter processos padronizados, informação em tempo real, audit trail e indicadores consolidados, reduzindo risco de não conformidade e aumentando eficiência operacional.
4. O ERP TOTVS ajuda no atendimento à PNRS e à logística reversa?
Sim. Com o ERP TOTVS é possível registrar e controlar devoluções, retornos de pós-consumo, estoques de retorno, destinos finais e documentos relacionados à logística reversa. Isso facilita o atendimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aos decretos de logística reversa e às exigências de clientes e órgãos reguladores.
5. Por onde começar a jornada de economia circular com ERP TOTVS?
O primeiro passo é mapear processos que geram resíduos, retornos e desperdícios e entender como eles já aparecem (ou não) no ERP TOTVS. Em seguida, é importante revisar cadastros, parametrizações e relatórios, estruturando a economia circular dentro do sistema. Contar com uma consultoria especializada em TOTVS, como a TNU Sistemas, acelera essa jornada e reduz erros de implementação.
Referências
- Estratégia Nacional de Economia Circular (ENEC) — MDIC
- Economia circular no Brasil: conceitos, desafios e exemplos
- PNRS e obrigatoriedade de logística reversa
- Decreto nº 12.688/2025 (logística reversa de embalagens)
- Rastreabilidade e economia circular (GS1)
- ESG na visão TOTVS / relatório
